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O Natal é uma celebração verdadeiramente cristã?

Sei que há muita confusão e muito excesso quando se fala nesse assunto. Não é minha intenção pôr lenha na fogueira, mas, sim, caminhar em direção à Verdade.

Por isso, estou divulgando dois estudos bíblicos muito sérios. O primeiro é um texto do reformado A.W. Pink, servo de Deus respeitado pelo seu equilíbrio entre erudição e piedade. O segundo é um livrete publicado pela Editora Restauração, de autor desconhecido, com informações detalhadas sobre a origem do Natal e dos costumes natalinos.

A.W. Pink – “Natal”

“A Verdade Acerca do Natal”

Que o Espírito Santo nos conduza a toda a verdade.

Em Cristo,
Vinícius

II Congresso Missionário (Resumo): “A Suprema Importância De Uma Vida Cheia Do Espírito Santo”

Síntese do sermão proferido pelo Pr. Marcelo Fernando no II Congresso Missionário Água da Vida, em 11 de dezembro de 2009.


A SUPREMA IMPORTÂNCIA DE UMA VIDA CHEIA DO ESPÍRITO SANTO

Depois disto, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim. (Isaías 6.8)

Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. (João 20.21-22)

Que é um missionário? É alguém enviado com uma missão. Quem envia um missionário? Não é a igreja, nem o homem; é o Senhor da seara quem manda os ceifeiros! Missão é um encargo, uma responsabilidade dada por Deus. Muitas mazelas da igreja moderna são resultado do esforço, até da boa vontade, de homens que não foram verdadeiramente enviados por Deus e que, por isso, não possuem um verdadeiro encargo.

O encargo de um missionário é este: que Cristo seja formado no homem. Não existe outro encargo dado por Deus. Deus envia homens que refletem Cristo para servirem de instrumento a fim de Cristo seja formado em outros. Deus só se responsabiliza por aqueles que Ele mesmo enviou, e Ele não envia pessoas de qualquer jeito.

A pergunta de Deus nestes dias continua sendo: “A quem enviarei?” Porque são poucos os que cumprem os requisitos de Deus para serem enviados.

Neste assunto, precisamos compreender que uma vida cheia do Espírito Santo é essencial para que cada crente (não apenas um missionário, no sentido que geralmente damos a esta palavra) possa cumprir o seu encargo do Senhor. Em João 20, Jesus diz: Assim como (da mesma forma que) eu fui enviado, eu vos envio. E como Jesus foi enviado? Certamente que foi no poder e controle do Espírito Santo. Então Ele mesmo diz: Recebei o Espírito!

É interessante notar que, durante 3 anos e meio, os discípulos de Jesus foram inseridos no mais intenso e profundo seminário teológico que alguém poderia experimentar. Eles certamente aprenderam tudo o que era necessário saber, muito mais do que nós hoje somos capazes de estudar com nosso conhecimento humano. Todavia, mesmo conhecendo toda a verdade, os doze discípulos – não apenas Judas! – trairam Jesus. Todos eles falharam! E por que tal aconteceu?

Todos eles foram reprovados porque lhes faltava uma coisa: PODER DO ESPÍRITO SANTO. Por este motivo, logo antes de subir aos céus, Jesus precisava fazer seus discípulos perceberem esta necessidade. Suas últimas palavras são como um alerta: “Falta poder em vós!!!”

Assim como os discípulos antes de Pentecostes, nossas vidas têm sido assim: sabemos o que temos de fazer, mas não conseguimos fazer. Por quê? Porque falta-nos poder do Espírito! No Reino de Deus, saber e querer não são a mesma coisa que PODER. Não se pode obedecer a Deus nem fazer a Sua vontade sem o poder do Seu Espírito.

Após passarem sete dias trancados no cenáculo esperando a promessa do Espírito Santo, quanta coisa mudou! Aqueles homens ainda eram os mesmos frágeis, convardes e inconsistentes discípulos de antes, mas tudo era diferente porque eles estavam cheios do Espírito Santo.

Precisamos compreender que, assim como existe um abismo intransponível entre o pecador e Deus antes da salvação, o qual somente pela Cruz se pode transpor, existe também um abismo intransponível entre o crente salvo pela graça e a vida abundante – e este abismo só pode ser transposto pelo Espírito Santo.

Também os heróis da fé da história da igreja podiam afirmar isto. Eles eram frágeis, cheios de debilidades, mas como Deus os encheu com o Seu Espírito! Muitos deles não eram pentecostais, isto é, não passaram pelas experiências carismáticas que nós costumamos chamar de “ser cheio do Espírito”. Mas todos eles eram “crentes da Bíblia”, que amavam conhecer e obedecer à Palavra de Deus. E Deus não pode deixar de encher do Espírito aquele que se submete à Sua vontade, isto é, à Sua Palavra.

Como poderemos, então, viver uma vida na plenitude do Espírito? A ação do Espírito Santo é constante e permanente na vida dos eleitos de Deus, e enquanto estivermos neste corpo não conheceremos a perfeição à qual Ele quer nos guiar. Todavia, se aprendermos a nos submeter à vontade do Espírito em cada situação, ouvindo a Sua voz e obedecendo aos Seus comandos, poderemos avançar até a maturidade espiritual.

Quando lemos Jo 16.8-11, geralmente pensamos no trabalho inicial do Espírito ao conduzir um homem a Cristo. De fato, quanto estávamos perdidos, o Espírito nos convenceu do pecado, da justiça e do juízo de uma forma especial. Nunca mais precisaremos ser convencidos naquele sentido, pois já fomos regenerados e recebemos uma nova vida. Entretanto, o Espírito Santo continua nos convencendo do pecado, da justiça e do juízo, numa obra sequencial e progressiva, capacitando-nos a experimentar a “vida abundante” do Senhor:

O Espírito nos convence do pecado. Não seremos úteis a Deus com pecados ocultos. O fluir do rio de águas vivas, que é o Espírito, não pode ser obstruído pelo pecado. Muitos crentes querem fazer coisas para Deus, mas a ordem do céu é: primeiro ser, depois fazer. Isto significa que precisamos deixar Deus trabalhar constantemente em nossas vidas, convencendo-nos do pecado e levando-nos ao arrependimento.

Quando lemos a história de Isaías, é exatamente isto que observamos: primeiro Deus trata com o pecado do profeta; somente depois Deus o convoca e o envia. O Senhor não envia pessoas impecáveis, pois somente o Seu Filho viveu sem pecado. Mas Deus envia pessoas tratáveis, homens nos quais Ele possa trabalhar para fazer prevalecer a Sua vontade. Quanto mais somos tratados, mais somos usados; nós crescemos à medida que nos arrependemos.

O Espírito nos convence da justiça. Existe apenas uma justiça aprovada por Deus, e tal justiça é CRISTO. Se nós cremos nisso quando fomos salvos, é bem verdade que muitas vezes somos levados a confiar em nossa própria justiça. O trabalho contínuo do Espírito Santo é convencer-nos de que tal coisa é inaceitável aos olhos de Deus. Há muitos avanços em nossa vida espiritual que, na verdade, são quedas, porque geram orgulho e nos afastam de Cristo como sendo a nossa justiça. Oh, que possamos estar alertas para o fato de que Satanás é perito em pegar crentes pela soberba! Em verdade, o crente que está crescendo espiritualmente não se dá conta disso, justamente porque Cristo está diante dos seus olhos, e Ele é a nossa justiça. Se qualquer outro padrão de vida for o nosso alvo – seja Spurgeon, Whitefield ou George Müller – talvez um dia sejamos como eles foram e nos gabemos disso. Mas se o nosso padrão for o Filho de Deus, então sempre O teremos à nossa frente e nunca estaremos satisfeitos ou orgulhosos daquilo que já alcançamos.

Que possamos sempre nos lembrar de que não fazemos nada – é, sempre, a graça de Deus conosco! (1Coríntios 15.10)

O Espírito nos convence do juízo. Há um juízo para os crentes: o Tribunal de Cristo, pelo qual receberemos segundo o bem ou o mal que tivermos feito por meio do corpo. Precisamos sempre nos lembrar que o juízo começará pela Casa de Deus, e isto significa que precisamos nos preparar, para que, quando esta hora chegar, não fiquemos envergonhados nem tenhamos que esconder o rosto do Senhor.

Que possamos buscar, dia após dia, uma vida cheia do Espírito.

A importância da pregação evangelística

“Se você quer ganhar almas para Cristo, sinta uma solene inquietação quanto a elas. Não será possível fazê-las sentir esta inquietação, se você mesmo não a sente. Creia no perigo em que as pessoas se encontram, creia na incapacidade delas, creia que somente Cristo pode salvá-las e fale com elas como se você quisesse realmente tratar sobre isso. O Espírito Santo comoverá essas pessoas, comovendo primeiramente a você. Se você pode ficar tranqüilo diante do fato de que elas não estão salvas, elas também ficarão tranqüilas. Mas, se você estiver cheio de agonia por essas almas e não puder tolerar que elas se percam, logo você descobrirá que elas também ficam inquietas. Espero que você chegue a tal condição, que sonhe com seu filho ou com seu ouvinte perecendo, porque não têm a Cristo, e comece imediatamente a clamar: ‘Ó Deus, dá-me convertidos, se não eu morro’. Então, você terá convertidos”.

C.H. Spurgeon (citado por Conrad Mbewe)

Fonte: Editora Fiel

Você está disposto?

Será que um homem que ama o seu SENHOR estaria disposto a ver JESUS vestindo uma coroa de espinhos, enquanto ele mesmo almeja uma coroa de louros? Haveria JESUS de ascender ao trono por meio da cruz, enquanto nós esperamos ser conduzidos para lá nos ombros das multidões, em meio a aplausos? Não seja tão fútil em sua imaginação. Avalie o preço; e, se você não estiver disposto a carregar a cruz de CRISTO, volte à sua fazenda ou ao seu negócio e tire deles o máximo que puder, mas permita-me sussurrar em seus ouvidos: “Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”

Charles H. Spurgeon

Fonte: Ministério Vidas em Cristo

Por aí: Cristãos palhaços (somos nós!)

[...] Com efeito, o mundo que se auto-intitula ‘evangélico’ há muito virou a diversão do mundo. Seja por promover ‘pão e circo’ com sabor religioso, e de auto-ajuda; seja por demonstrar quão patética é a pregação legalista dessa gente, principalmente quando contrastada com o testemunho de vida da grande massa que diz professar a fé cristã.

Quando eu era garoto, existiam desvantagens em ser evangélico. Na escola, por exemplo, eu tinha o apelido de “aleluia”, não apenas por ser cristão, mas também por morar numa rua que se chamava “Rua da Assembléia”, em homenagem a sua construção mais antiga. Porém, todos nos levavam a sério. Fazer negócio com meus pais, e amigos mais velhos, era quase garantia de segurança, pois confessamos ser discípulos de Cristo. E olha que nem sou tão antigo assim…

Hoje, todavia, o cenário mudou. Caso você se arrisque apresentar-se como “evangélico”, pode ser necessário acrescentar o adjetivo “honesto”; pois os dois termos têm andado muito longe um do outro – principalmente quando olhamos para os grandes escalões eclesiásticos. Pessoalmente nunca me apresento como evangélico, apesar de admitir não haver nada de errado com o termo em si; prefiro me apresentar como “cristão”, ou “reformado”, e ainda como “protestante”. Quando faço isso, sou normalmente interpelado com a seguinte questão: Que bicho é isso?

A multidão [supostamente] evangélica vai continuar crescendo, embalada por canções abomináveis como o hit ‘Zaqueu’, e outras imbecilidades teológicas travestidas de ‘adoração’. O fenômeno continuará crescendo, pois o povão gosta de circo. Não há nenhum milagre, ou avivamento, no crescimento número da galera gospel. Trata-se de algo absolutamente natural – os lobos oferecem diversão, e os bodes, convencidos de que são ovelhas, caem feito patinhos.

Quando tal crescimento será detido? Algum dia, provavelmente quando o número de feridos e roubados ultrapassar o número daqueles que desejam se lançar nos braços dos vendedores de ilusões. Enquanto isso não acontece, o verdadeiro cristão se sente como um… palhaço! Não importa o quanto gritamos e berramos o verdadeiro evangelho, a seriedade do pecado, e realidade do juízo vindouro; a luz de tudo que os professos cristãos andam fazendo, somos apenas… palhaços.

Que grandes palhaços somos, meus amigos! Falo a você, cristão renascido! Que grande palhaço é você! É assim que me sinto toda vez que, ao pregar o Evangelho, ouço me dizerem: “Sabia que o cara da outra repartição também vai a Igreja?”. “E que tem isso?” – eu pergunto, já imaginando a resposta… “Bem, de que adianta ir na Igreja se o camarada…”.

Ou então: “Marcelo, ontem eu senti tanto a presença de Deus quando todo o estádio cantava Zaqueu… Senti o Espírito Santo se movendo em mim, sabe?”. “Que bom… você tem ido a Igreja?” – não sei porque ainda pergunto! “Hum… não… aos domingos eu o Carlinhos fazemos um programinha mais intimista. Mas, ó, se na sua Igreja for ter alguma coisa especial não esquece de convidar agente, tá?”.

Em momentos assim, não consigo evitar a advertência de Spurgeon: às vezes, pensamos estar alimentando ovelhas, quando na verdade, estamos apenas divertindo os bodes. Que Deus tenha piedade da Igreja brasileira.

Paz e bem…

Marcelo Lemos

Fonte: Olhar Reformado (Visite o blog para ler o texto completo!)

Um pouco de maná: Você enxerga Deus na criação?

Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som; no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. (Salmo 19.1-4)

Davi era um homem muito poderoso. Rei de Israel, o mais valente e conquistador no período da monarquia, Davi acumulava aquilo que os homens costumam buscar com mais avidez: poder, riqueza, fama, prazeres.

Porém, quando Davi parava e contemplava a natureza e todas as coisas que existem, era como se todas elas apontassem em uma só direção: Deus. Tudo o que ele havia conquistado de mais valioso não se comparava à grandiosidade da criação – aliás, à grandiosidade do Criador.

Davi conseguia enxergar o brilho de Deus nos céus, nas estrelas, no dia, na noite. Era como se, silenciosa, toda a criação estivesse permanentemente louvando, exaltando a perfeição e a glória dAquele que criou todas as coisas “pela palavra do Seu poder”.

Se pararmos para enxergar as coisas como Davi fazia, a questão não será: “Deus existe?”, mas: “Estamos contemplando e admirando satisfatoriamente a Sua beleza?” Esta é a pergunta que deve inquietar nossos corações.

Em Cristo,
Vinícius

II Congresso Missionário Água da Vida – Missionário: O Verdadeiro Heroi da Fé

Estamos divulgando o II Congresso Missionário Água da Vida, cujo tema este ano será Missionário: O Verdadeiro Herói da Fé.

Preletores:
Pr. Marcelo Fernando (Igreja Evangélica Água da Vida em Palmares)
Pr. Gaspar de Souza (Igreja Presbiteriana dos Guararapes)
Missionária Nelbe (servindo no Chade)

Local:
Igreja Evangélica Água da Vida – Rua Marcílio Dias, 24, Campina do Barreto, Recife/PE

Data:
11, 12 e 13 de dezembro de 2009.

Ore! Divulgue! Participe!

Em Cristo,
Vinícius

O Marcados está no Twitter!

Acompanhe o TWITTER do Marcados!

Graça e Paz!

A novidade do domingo é esta: o Marcados para Impactar! agora está no Twitter. Será uma forma rápida de compartilharmos frases e textos bíblicos edificantes. Velocidade da web 2.0, com a profundidade das Escrituras! rsrsrs

Aproveitamos para divulgar, lá mesmo no Twitter, outros twitteiros que Deus tem usado para a edificação da igreja.

Que Deus os abençoe!

http://twitter.com/blogmarcados

Em Cristo,
Vinícius

Consagrar-se ao Senhor

Consagração é voltar-se a Deus de maneira resoluta. Antes de nos consagrarmos, podemos querer algo separado de Deus, mas depois de nossa entrega, somos encorajados pelo amor do Senhor que vem de dentro, voltamo-nos a Deus e passamos a anelar somente o próprio Deus. Todo o que se volta a Deus dessa maneira facilmente O toca e recebe Sua graça. Se estivermos dispostos a dar-nos a Ele dessa forma absoluta, quando orarmos, nossa oração se tornará muito especial, quando lermos a Bíblia, ela se tornará cheia de luz para nós, quando pregarmos o evangelho, nossa pregação se tornará muito poderosa. Um cristão que tem a experiência contínua de consagração ao Senhor andará em Seu caminho e crescerá em vida diariamente.

Texto extraído da secção “Junto às Águas de Descanso” da edição 201 do Jornal Árvore da Vida (www.arvoredavida.org.br/jav)

Atenção!

Graça e Paz, em Cristo Jesus!

Tenho postado aqui no Marcados para Impactar textos dos mais variados autores, dos mais variados enfoques teológicos e doutrinários. Por isso, achei importante informar que o fato de eu postar textos de um autor não significa a minha concordância com todo o seu ensino. Significa, apenas, que aquele texto em especial possui uma mensagem relevante e que eu considero digna de divulgação e aceitação.

Lembremos sempre do conselho da Palavra de Deus: devemos reter apenas o que é bom.

Por isso, por favor, ao ler algum texto de algum autor aqui no Marcados, não suponha que tudo o que esse autor prega ou escreve seja proveitoso. Pelo contrário: devemos nos manter sempre vigilantes e atentos, prontos para desfazer todo ensino incorreto, mesmo que seja do mais nobre servo de Deus.

Se você quiser saber um pouco melhor qual a orientação doutrinária deste blog, basta ler a página Quem sou? E, se precisar de orientação ou esclarecimento acerca de algum texto ou autor, basta deixar um comentário ou enviar-me um e-mail para vspimentel@gmail.com.

Em Cristo, a luz que dissipa toda treva,
Vinícius

PS: Este post foi transformado na página Atenção, para que todos os presentes e futuros leitores do blog estejam cientes do que aqui escrevemos.

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