Podemos estar certos de que Deus faz mais em nós, do que nós para Ele. Nós somente fazemos algo para Ele, quando Ele o houver operado em nós.
John Nelson Darby
Fonte: Preciosa Semente
Podemos estar certos de que Deus faz mais em nós, do que nós para Ele. Nós somente fazemos algo para Ele, quando Ele o houver operado em nós.
John Nelson Darby
Fonte: Preciosa Semente
Se um pregador não der ênfase à obra que Jesus realizou por nós pendurado no madeiro, deixando transparecer que, para ele, a Cruz de Cristo não é o centro do seu ministério – não o seguiria, mesmo que ele ressuscitasse os mortos.
Jim Cymbala
É o que significa ter uma vida não-desperdiçada: Cristo ser exaltado. Então, a essência da vida não-desperdiçada é que você viverá sua vida de tal forma – como lida com seu dinheiro, seu estado de solteiro, seu casamento, sua aposentadoria, seu câncer, seu assalto… -, sim, você lidará de tal forma que as pessoas concluam, pela sua vida: JESUS É MAIS VALIOSO QUE TUDO! (John Piper)
NOTA: Esta frase foi retirada de um sermão do John Piper, disponível no blog Voltemos ao Evangelho. A propósito, o “Voltemos” publicou uma série inteira de vídeos com este tema: Uma Vida Não-Desperdiçada. Assista e seja edificado!
Em Cristo,
Vinícius
“Nenhum homem sabe quão mau ele é, até que ele tenha tentado de toda maneira ser bom. Uma idéia tola, mas muito atual, é que as pessoas boas não conhecem o significado ou não passam por tentações. Isto é uma mentira óbvia. Só aqueles que tentam resistir à tentação sabem quão forte ela é. Afinal de contas, você descobre a força do exército inimigo lutando contra ele, não cedendo a ele. Você descobre a força de um vento, tentando caminhar contra ele, não se deitando ao chão. Um homem que cede ante a tentação depois de cinco minutos, simplesmente não sabe o que teria acontecido se tivesse esperado uma hora. Esta é a razão pela qual as pessoas ruins, de certa forma, sabem muito pouco sobre sua maldade. Elas viveram uma vida abrigada por estarem sempre cedendo. Nós nunca descobrimos a força do impulso mal dentro de nós, até que nós tentamos lutar contra ele: e Cristo, porque Ele foi o único homem que nunca se rendeu à tentação, também é o único homem que conhece completamente o que tentação significa – o único realista no total sentido da palavra”. (C. S. Lewis)
Como diria o apóstolo Paulo, miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte? Estas palavras de C.S. Lewis são sábias e nos servem de alerta, pois, muitas vezes, nos esquecemos do quanto somos maus em nossa natureza humana depravada e rebelde. E é quando nos esquecemos de nossa perversão que estamos mais vulneráveis a ela. Que Deus nos ajude, em Cristo, a vencermos cada dia as tentações por meio do sangue, da Palavra e do Espírito.
nEle, nossa vitória sobre o pecado,
Vinícius
(P.S.: As palavras finais do texto de C.S. Lewis podem alimentar em alguns a crença de que Jesus Cristo de fato poderia ter pecado. Porém esta interpretação não é verdadeira, uma vez que sabemos da absoluta impecabilidade do nosso Salvador. Jesus Cristo, embora perfeitamente humano, foi gerado sem pecado, sem a natureza depravada de Adão. Por isso, Ele não só estava apto a não pecar – Ele era inapto a pecar! Sua natureza perfeita era completamente avessa ao pecado e irresistível às suas tentações. Mas esta discussão não nos cabe aqui agora, é apenas um alerta para que o texto não seja mal interpretado. Quem quiser se aprofundar neste tema, recomendo este texto de W.E. Best.)
Este é um quadro-resumo que o A.W. Tozer brilhantemente projetou com tanta precisão de tudo o que representa ser cristão. Tozer precisa ser lido na atualidade. É um forte apelo para resgatarmos valores essenciais do evangelho que foram perdidos no meio da Igreja. Temos muito a aprender com ele.
SER CRISTÃO
Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos.
Fonte: Orthodoxia
NOTA: Concordo inteiramente com o comentário do blog Orthodoxia: Tozer precisa ser mais lido na atualidade. Ao invés da “literatura” pseudo-devocional que temos hoje, que na verdade não passa de motivacionismo e auto-ajuda disfarçados de leitura cristã, autores profundos nas Escrituras e na sua preocupação com uma vida cristã saudável deveriam ser mais divulgados. Mas isso não surpreende: se os crentes não aguentam ouvir uma Palavra sólida, como irão sentir prazer em ler uma Palavra sólida?
Em Cristo,
Vinícius

“Eu gostaria de comprar mais ou menos três dólares de evangelho, por favor. Não muito, apenas o suficiente para me fazer feliz, mas não demais que eu fique dedicado. Eu não quero tanto evangelho que eu aprenda a realmente odiar a cobiça e a luxúria. Certamente não quero tanto que comece a amar os meus inimigos, prezar a auto-negação, e contemplar o serviço missionário em alguma cultura diferente. Eu quero êxtase, não arrependimento. Transcendência, não transformação. Eu gostaria de ser querido por algumas pessoas gentis, perdoadoras e de mente aberta, mas eu mesmo não quero amar aqueles de diferentes raças – especialmente se tiverem cheiro. Eu gostaria de evangelho o suficiente para fazer minha família segura e meus filhos bem comportados, mas não tanto que eu descubra minhas ambições redirecionadas ou minhas doações por demais alargadas. Eu gostaria de levar três dólares de evangelho, por favor.”
(D.A Carson, fazendo uma ironia sobre o falso evangelho.)
NOTA: Não é exatamente este o evangelho que vemos hoje? Um verdadeiro self-service, no qual escolhemos aquilo que nos agrada, desprezamos o que nos incomoda e simplesmente moldamos a Palavra de Deus às nossas mentes e ao nosso estilo de vida, quando as Escrituras na verdade dizem: “transformai-vos pela renovação da vossa mente” (Rm 12.2). Estamos esquecidos de que o verdadeiro Evangelho é Cristo, e estamos trocando Cristo – alguns por um evangelho de coisas falsas, de fábulas inúteis e profanas; outros, porém, por um falso evangelho mais sutil, de coisas verdadeiras, porém recortadas, despidas de sua essência. É este último falso evangelho que mais me amedronta, pois tem “forma de piedade, negando-lhe, contudo, o poder” (2Tm 3.5). Estamos vendendo o evangelho por quilo, e a maioria – como é de se esperar – não tem desejado comprar mais do que três dólares dessa iguaria quase intragável. Efeitos de uma crise muito mais severa e duradoura que a atual crise econômica.
Em Cristo Jesus,
Vinícius Pimentel

“Ainda assim, torna para mim, diz o SENHOR” (Jeremias 3.1)
Imagine aquela brincadeira que vemos na TV de colocar um ratinho num labirinto, para que ele encontre a saída.
Por mais inteligente que o ratinho seja, ele certamete errará o caminho inúmeras vezes, encontrando becos sem saída, tendo que fazer a volta, batendo a cabeça nas paredes do labirinto… Enquanto isso, nós, que assistimos tudo de cima, poderíamos facilmente indicar qual o caminho certo.
O mesmo acontece no reino espiritual, em nossas vidas. Passamos a maior parte do nosso tempo tentando sair, sozinhos, do labirinto de nossa existência, das confusões da vida… E, nesse esforço maluco, perdemos o rumo, entramos em becos sem saída… E quantas vezes batemos a testa na parede! Enquanto isso, o Criador, lá de cima, enxerga tão fácil a saída…
Como seria simples se simplesmente olhássemos pro céu e disséssemos: “Tá, eu desisto. O Senhor me ensina o caminho?” E Ele, com todo o amor e carinho com que sempre nos tratou, nos apontará a saída e nos guiará a um lugar de descanso.
O terrível erro de nossas vidas é a obstinação, é achar que somos capazes de fazer escolhas certas com a nossa própria inteligência e percorrer o caminho certo com a nossa própria força. Nos recusamos a entender que somos apenas ratinhos perdidos em um labirinto infernal, e que nossa única esperança é olhar para o alto e dizer: “Me ajuda?”
“Feliz é o ser humano que compreende sua limitação, incapacidade e insuficiência, e por fim aceita o inevitável fato de que não pode coisa alguma longe de seu Criador.”
E do que se trata essa campanha?
Queremos levantar um clamor em nossa geração para que um novo nível de cristianismo seja alcançado, tanto em nossas próprias vidas como na vida de toda a Igreja do Senhor. Porém reconhecemos que nossos esforços humanos são insuficientes para que tal padrão seja atingindo.
O que fazer então?
É só seguir a receita dada pela Bíblia, que nós resolvemos resumir de forma lúdica nessa campanha:
ORE. Todas as histórias dos grandes homens de Deus foram profundamente marcadas pela oração. Uma vida aos pés do Senhor em oração certamente resulta num novo padrão de vida, pois o homem que se aproxima de Deus reconhece sua necessidade de se santificar e de ser íntegro e irrepreensível! Lutero dizia orar pelo menos duas ou três horas todas as manhãs, antes de qualquer outra atividade. Todos os avivalistas eram homens de oração. Quando lemos o livro de Lucas, vemos que o próprio ministério de Jesus foi marcado por intensos períodos de oração, que sempre antecediam os momentos cruciais de sua jornada. Precisamos orar!
LEIA A PALAVRA. Todo crente tem a Bíblia como sua fonte de fé e como seu manual de conduta. O salmista disse: “Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para os meus caminhos” (Salmos 119.105). Como poderemos seguir os passos de Jesus se não tivermos pleno conhecimento de Sua vontade? E como seremos a boca de Deus na terra se não atentarmos para a Sua voz? Precisamos da Palavra, pois sem ela somos apenas um bando de lunáticos. Desenvolva uma leitura sistemática; de preferência, procure ler a Bíblia inteira ao menos uma vez por ano.
ADORE. Jesus disse que o Pai está à procura de verdadeiros adoradores, que o adorem em espírito e em verdade. Infelizmente, geralmente nos chegamos diante de Deus somente para pedir, pedir, pedir… Temos que desenvolver uma vida de adoração, procurando sempre ser conduzidos pelo Espírito Santo e levados para mais perto da Presença de Deus. Seja através de louvores, cânticos espirituais ou palavras de exaltação ao Rei, precisamos adorar. Sempre.
Comece a colocar esses três princípios em prática! Firme com Deus o compromisso de separar um tempo diário para exercitar cada uma dessas atividades. E divulgue esta campanha!
(A propósito, a idéia do “OPA” não é minha. Quem inventou a sigla foi um jovem homem de Deus com quem trabalho na igreja, o irmão Adiakson)
Que Deus nos abençoe!
Dois textos bíblicos para vocês continuarem pensando sobre a nossa responsabilidade diante da vinda do Senhor Jesus. Sim, porque a sua parousia também depende da postura assumida por sua Igreja! Duvida? Então leia:
“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz. Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes; mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.” (Romanos 13.11-14)
“Visto que todas essas coisas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus, por causa do qual os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão.” (2Pedro 3.11-13)
Muitas vezes temos passado muito tempo preocupados com nossas vidas, com o nosso sustento, com o nosso futuro, com a nossa felicidade.
Muitas vezes nos chegamos a Deus para buscar algo de suas mãos.
Muitas vezes queremos Deus por aquilo que ele pode fazer por nós.
Mas o cristão genuíno é aquele que não busca nada para a sua vida por compreender que a vida não lhe pertence mais.
O cristão genuíno é o cristão morto para si mesmo.
O cristão genuíno busca a Deus não pelo que Ele tem, mas pelo que Ele é.
O cristão genuíno não está muito preocupado com o que Deus pode fazer por ele, mas com o que ele pode fazer para o Reino de Deus.
(“Um pouco de maná” será o título de algumas reflexões rápidas que postarei de vez em quando, para trazer à luz verdades simples da Palavra de Deus e do dia-a-dia cristão que muitas vezes passam despercebidas por nós.)