Preparando soldados para as últimas batalhas – Parte 1

O presente estudo bíblico é uma síntese da palavra que o Senhor colocou em meu coração para pregar aos jovens da minha igreja algum tempo atrás. Ele traduz aquilo que o Espírito Santo tem trazido de mais profundo à minha vida nos últimos dias, acerca daquilo que Deus espera de Sua Igreja e da forma como temos correspondido (ou não) a essas expectativas.

“Combate o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado e de que fizeste a boa confissão perante muitas testemunhas.” (1Timóteo 6.12)

Muitos pastores têm se dedicado a mostrar à igreja nestes dias que falta muito pouco para o fim. É verdade: os sinais dos tempos de que Jesus falou estão aparecendo de forma cada vez mais intensa, as profecias estão cumpridas todas há um tempo razoável… Estamos nos últimos dias! Teologicamente, “últimos dias” é uma expressão que se refere a todo o espaço de tempo que separa a primeira vinda de Jesus da sua parousia, o seu retorno glorioso. Entretanto, o que temos percebido hoje é que estamos mesmo nos últimos dias, no sentido mais literal que a expressão pode ter.

Se todas as profecias necessárias para o retorno de Jesus já se cumpriram e, aparentemente, não falta mais nada para a sua segunda vinda, por que de fato ela ainda não aconteceu?

A resposta para tal pergunta não é só o motivo desse estudo, mas a própria razão de esse blog existir e, ainda mais do que isso, essa resposta é o combustível que tem me motivado a crer que Deus, muito em breve, se manifestará de uma forma poucas vezes já vista na história da humanidade: a volta de Jesus para buscar a Sua Igreja ainda não aconteceu porque ainda não se levantou a geração que há de recebê-lo. Como assim? É simples: eu creio firmemente que a parousia não acontecerá num contexto qualquer, isto é, Jesus não virá buscar uma Igreja que se comporta de qualquer maneira. É preciso que se levante uma geração consciente de sua responsabilidade, uma geração efetivamente preparada para acolher e ser acolhida pelo Senhor Jesus nas nuvens, como diz a profecia.

Esta geração será diferente de todas as outras gerações de cristãos, pois o contexto em que ela se levantará também será totalmente diferente. Da mesma forma que a igreja primitiva precisou de cuidados especiais, por ser a primeira geração dos seguidores do Cordeiro, assim a última geração precisará da boa mão de Deus para ungi-la de uma forma única. Segundo o cenário descrito no Novo Testamento, a perseguição se intensificará, o mundo odiará os cristãos como nunca antes e isso fará cumprir o que Jesus disse: “o amor de muitos esfriará”; por outro lado, o mundo também precisará ouvir as boas novas do Evangelho como nunca antes, pois o pecado se multiplicará e muitas tragédias acontecerão.

As últimas batalhas serão batalhas difíceis, porém haverá o sustento do Deus Todo-Poderoso para a Igreja que suportará essas dores. Tenho firme convicção de que a geração dos últimos dias, assim como verá o pior cenário de toda a história, também verá a mão de Deus estendida como nunca antes: os milagres se multiplicarão, as manifestações do Espírito Santo serão ainda mais claras e os dons espirituais e ministeriais serão liberados em medida farta. O poder e a glória de Deus serão revelados de uma forma indiscutivelmente sobrenatural, e tanto a Igreja quanto o mundo não serão capazes de ignorar a força dos sinais manifestados.

Eu creio que já é tempo do levantar dessa geração. Deus está esperando que a Sua Igreja compreenda a necessidade de se preparar para receber o Senhor Jesus e comece a andar em Espírito e a viver um nível de Cristianismo acima de tudo aquilo que temos vivido. Sinceramente, eu tenho em Deus a confiança de que a nossa geração tem tudo para se levantar como Exército das Últimas Batalhas. Não há mais porque esperar! Tenho percebido a mão de Deus estendida para derramar sobre nós águas caudalosas, apenas esperando que os Seus filhos estejam prontos para receber essa “porção dobrada” do Espírito. É o tempo de vermos a terra cheia da glória de Deus; é o tempo de vermos abundância de sinais, prodígios e milagres outras vez; é o tempo de podermos repetir o que disse o apóstolo Paulo: “A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1Coríntios 2.4-5).

Mas para que isto aconteça ainda nesta geração, é necessário que nós venhamos a manifestar diante de Deus algumas características que marcam os soldados dos últimos dias. E quais características são essas? Só para não cansar a leitura, elas ficam para a Parte 2 desse estudo.

Até lá!

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