Quando Ele está entre nós…

Quando Ele está entre nós... há luz!“E o Verbo [a Palavra] se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.” (João 1.14)

Este texto sintetiza algumas das verdades mais gloriosas e poderosas das Escrituras. Se o observarmos com cuidado, veremos que ele contém os pontos essenciais para a proclamação do verdadeiro Evangelho.

É possível extrair coisas maravilhosas de cada palavra que é proclamada. Nesta ocasião queremos observar com mais cuidado as seguintes expressões reveladas a nós pelo Espírito da verdade: 1) “O Verbo”; 2) “O Verbo se fez carne e habitou entre nós”; 3) “Cheio de graça”; 4) “Cheio de verdade”; 5) “E vimos a sua glória”.

1) “O Verbo”: Quem é o Verbo? Não restam dúvidas de que é Jesus. Mas por que será que João utiliza esse nome para se referir ao Filho de Deus? E o que mais nos é dito em seu evangelho a respeito desse Verbo? Queremos observar duas coisas a este respeito:

“O Verbo” é a expressão que enfatiza a Divindade de Cristo e Sua igualdade com Deus o Pai: Observemos João 1.1. Aqui estão três verdades claras e preciosas que todo crente precisa saber, amar e defender:

a) O Verbo é Deus: Sim, Jesus é Deus! Igual ao Pai em glória, majestade, soberania, força, poder e domínio. Por isso Hebreus 1.3 diz que Jesus é a expressão exata do Ser divino, e Colossenses 2.9 nos ensina que, em Jesus, habita corporalmente toda a plenitude da Divindade.

b) O Verbo está com Deus – é, portanto, distinto de Deus: Essa é uma das verdades mais irracionais e insanas da Palavra de Deus. Todavia, é claramente ensinada em inúmeros textos. Jesus é Deus e, ao mesmo tempo, é distinto de Deus. É por causa dessa distinção que Jesus é chamado de Filho, e Aquele que O enviou é chamado de Pai.

c) O Verbo sempre existiu: Sendo assim, não “começou a existir”, pois Ele é Deus desde o princípio. Jesus Cristo não surgiu quando nasceu corporalmente de Maria. “Ele estava no princípio com Deus”, diz João 1.2. Então essa relação misteriosa da Divindade com a própria Divindade sempre existiu! Se você pergunta: Quando isso começou? Ou: De onde isso surgiu? A resposta simples é: não há nenhuma resposta, pois Deus não possui princípio de dias. Ele nunca “surgiu”; Ele simplesmente é – Pai, Filho e Espírito Santo. Um Deus – uma só natureza divina, uma só essência divina – em três Pessoas. E estas Pessoas estão em um eterno relacionamento de infinita pureza, santidade, justiça e perfeição.

A expressão “O Verbo” ou “A Palavra” nos ensina que o Evangelho não é uma mensagem, mas uma Pessoa: Sim! Sempre aprendemos que “evangelho” significa “boas notícias”, e isso não está errado. Só que, de forma mais profunda, precisamos compreender que as boas notícias trazidas com o Evangelho não são feitas de palavras, mas são uma Pessoa: Jesus, o eterno Filho de Deus! Que isto significa? Que, quando você aceita o Evangelho, você não recebe um novo título ou uma nova religião ou ainda uma nova lista de regras a seguir. Aceitar o Evangelho significa receber uma Pessoa, e essa Pessoa é o próprio Deus na figura de Seu Filho! E isso nos conduz à segunda verdade.

[continua]

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