A raiz na qual devemos estar firmados

Humildade: A beleza da santidade - Um clássico da literatura cristã!

Nenhuma árvore pode crescer se não for da raiz da qual brotou. Assim como precisamos olhar para o primeiro Adão e sua queda para conhecer o poder do pecado dentro de nós, precisamos conhecer também o último Adão e Seu poder para nos dar interiormente uma vida de humildade tão real e permanente e dominante quanto tem sido a do orgulho. Temos nossa vida de Cristo e em Cristo, tão verdadeiramente – de fato mais verdadeiramente – como de Adão e em Adão. Temos de andar arraigados Nele “retendo a Cabeça, da qual todo o corpo (…) cresce o crescimento que procede de Deus” (Cl 2.7,19). A vida de Deus, a qual, na encarnação, entrou na natureza humana, é a raiz na qual devemos estar firmados e crescer; é o mesmo poder grandioso que trabalhou lá e, desde então, ruma para a ressurreição, que trabalha diariamente em nós. Nossa única necessidade é estudar e conhecer e confiar na vida que foi revelada em Cristo como a vida que agora é nossa, e espera por nosso consentimento para ganhar possessão e domínio de todo o nosso ser.

Andrew Murray, Humildade: A beleza da santidade.

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