Servir, tudo bem… Mas, com alegria?!

“Servi ao SENHOR com alegria, apresentai-vos diante dele com cântico.” (Salmo 100.2)

Para muitos cristãos, servir a Deus é sinônimo de sofrimentos, cansaço e muita “chateação”. De fato, obedecer à vontade do Senhor tem implicações dolorosas: é preciso “carregar a cruz”, “esmurrar o corpo” e “negar a si mesmo”. O ego do homem é frontalmente combatido pelo agir do Espírito Santo na vida do crente, enquanto buscamos servir a Deus.

Mas o salmista diz que devemos servir ao Senhor com alegria. Isso é possível? Certamente que é. O cristão que continua obedecendo a Deus, mesmo quando tudo lhe é desfavorável, experimenta uma dose de alegria que de nenhuma outra forma pode ser alcançada.

Por que então tantos cristãos sinceros não conseguem ver o Cristianismo dessa forma? Parece que o Evangelho é um fardo terrível, e que os crentes são pobres mulos de carga levando um peso excessivamente desnecessário. Não deve ser assim!

Veja, eu não estou dizendo que um crente não enfrenta dores nem tristezas. Para longe com essa falsa doutrina! Todavia, estou dizendo que todo crente pode permanecer alegre em meio à tristeza, servindo ao Senhor. Ao invés de dizer como os discípulos que abandonaram Jesus: “Dura é esta palavra” (João 6.60), o cristão precisa descobrir que os mandamentos do Senhor “não são penosos” (1João 5.3), antes, “são mais doces que o mel” (Salmo 119.103).

Quando um crente ainda não compreende estas coisas, servir ao Senhor parece um verdadeiro trabalho escravo. A “obediência” desse tipo de servo é geralmente acompanhada por reclamações constantes e desânimo. Ele freqüentemente se questiona: “Por que eu estou fazendo isso?” “Para que isso tudo? É realmente necessário?”. Tal comportamento é fruto de um desconhecimento da natureza bondosa e misericordiosa de Deus e das suas ordenanças.

Quando, porém, os mandamentos do Senhor se tornam mais doces que o mel em nossa boca, então há uma completa mudança na forma de encarar as coisas. O trabalho continua tão cansativo e desgastante como antes. Os problemas continuam os mesmos – quando não pioram! Mas uma alegria inexplicável preenche o nosso coração. Um prazer que antes não existia agora passa a nos dominar. Descobrimos que somos verdadeiros escravos do Senhor, mas o que dizemos então? “Bendita escravidão!” é a nossa resposta. Ser um servo inútil na seara do Senhor deixa de ser um motivo de murmurações e se torna um mote para nossas ações de graças.

Tal alegria não nasce de nossas emoções e, por isso, não está ligada às circunstâncias. Como fruto do Espírito, essa alegria nasce do alto, de Deus, e é derramada no coração de cada crente, que pode então experimentar dela através da fé.

Por isso, irmãos, não desmaiemos nessa jornada. A cada manhã, que possamos encontrar alegria no Senhor. Na presença dEle há abundância da verdadeira alegria.

Pare de ver o cristianismo como uma religião triste e enfadonha. Cristianismo é vida! Busque ao Senhor, e Ele fará a Sua alegria jorrar sobre você.

“Alegrai-vos sempre no Senhor” (Filipenses 4.4)

Em Cristo,
Vinícius

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